Ainda não preenchido.
Onde estamos na organização da casa: salas, agenda, reuniões e os acordos que valem para todo mundo.
Vale para psicologia, pedagogia, arteterapia e neuromodulação. Salas, agenda, reuniões e os acordos de convivência.
Como descrever o AtivaMente para quem chega. Nada aqui foi decidido em reunião — é o entendimento que o painel vem assumindo, posto por escrito para ser confirmado ou corrigido.
Um espaço de profissionais autônomos — não um empregador. Cada profissional responde pelo próprio trabalho, pelo próprio registro no conselho da sua área e pelos próprios documentos. A casa entra com o espaço físico, a agenda das salas e os processos comuns.
A pergunta da nota fiscal, aberta em Honorários e faturamento, define este parágrafo. Se cada profissional emite a própria nota e a casa cobra ocupação de sala, a descrição acima se sustenta.
Se a casa passar a emitir a nota dos atendimentos, ela deixa de ser só espaço e passa a prestar o serviço como entidade — o que exige inscrição de pessoa jurídica no CRP e responsável técnica, e muda o que se pode escrever aqui.
Enquanto não se decide, este texto é proposta, não descrição.
Sala para atender, agenda compartilhada das salas, processos comuns já montados — Drive organizado, modelos de documento, base normativa levantada — e visibilidade conjunta na divulgação.
Eu tinha escrito aqui que a casa não oferece supervisão, não dá direção clínica, não distribui cota de encaminhamento e não garante fluxo. Isso nunca foi decidido em reunião — era leitura minha. Vira pergunta:
O argumento para responder continua valendo: a frustração mais comum de casa compartilhada é entrar esperando clientela e descobrir depois que o combinado era espaço. Quatro respostas escritas evitam isso — e nenhuma delas existe hoje.
Um cartão por profissional: área, dias em que costuma atender, e uma linha escrita pela própria pessoa sobre como trabalha. Numa casa compartilhada quase ninguém sabe de fato o que o outro faz — e é isso que faz encaminhamento interno acontecer.
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Cada profissional edita o próprio cartão com um código que só serve para ele — peça o seu ao Felipe. Compartilhar abre uma página só com aquele cartão, feita para mandar em WhatsApp ou Instagram: ela não dá acesso ao resto do painel.
O que faz alguém abrir o painel mais de uma vez por mês. Três destas quatro dependem de conteúdo que muda — e por isso são as que mais precisam de alguém encarregado.
Data, pauta e — o que mais falta em reunião de casa compartilhada — o que precisa sair decidido. Reunião sem isso escrito vira conversa.
Essa agenda é pública para quem tem o endereço dela: o título do evento fica visível. Pauta e decisões vão no corpo, que não aparece no painel — mas também não é lugar de nada sobre paciente.
Qualquer um manda item e vê o que já está na fila. É o que transforma o painel de leitura em participação — e o que faz a reunião começar do que já foi pensado.
Escreva o assunto e quem levanta. O que entrar aqui vira a pauta da próxima.
Feriados, recesso, quando a casa reduz e quando cada um costuma tirar férias. Evita a surpresa de dezembro, que é quando todo mundo descobre ao mesmo tempo que ninguém combinou nada.
Referências que a equipe está lendo — livro, artigo, curso, podcast. Só referência, nunca caso. É o vínculo profissional mais barato de manter: custa uma linha por mês e diz mais sobre quem trabalha ali do que qualquer apresentação.
O que hoje é transmitido de boca em boca e por isso chega diferente para cada pessoa.
É o que separa uma casa multidisciplinar de um conjunto de pessoas alugando sala no mesmo endereço. E tem uma regra que não é negociável.
Encaminhar não se paga nem se cobra. O Código de Ética, Art. 2º “p”, veda receber ou pagar remuneração ou porcentagem por encaminhamento de serviços. Vale para psicólogo; e como critério de convivência, vale para a casa inteira.
Proposta de protocolo: quem encaminha fala com a pessoa antes, explica por que está indicando e o que a outra área faz. Só depois passa o nome. A pessoa atendida decide — encaminhamento não é transferência automática.
O que não vai junto: nada do conteúdo do atendimento. Encaminhamento carrega o motivo da indicação, não o caso. Se a outra profissional precisar de mais, pede à pessoa, não a quem encaminhou.
Para isso funcionar, o bloco Quem está na casa precisa estar preenchido: ninguém encaminha para uma área que não entende.
Não vou montar um documento separado de acolhimento, e a razão é simples: ele desatualiza no dia seguinte e vira mais uma coisa para manter.
Esta tela é o documento. Quem chega recebe o link e lê, nesta ordem: o que é a casa, quem está na casa, o ritmo, como funciona o encaminhamento, e os acordos de convivência quando estiverem fechados.
Valores, divisão de custos e termos de contrato não entram nesta página — ela abre para quem tem o link. Isso é conversa individual, feita por quem recebe a pessoa.
O que falta para esta tela servir de acolhimento é justamente o que está em branco: o bloco de quem está na casa, e os acordos de convivência que hoje são propostas em A fazer.
Repertório de começo de casa: o que costuma aparecer nos primeiros meses de um espaço novo e o que se faz a respeito. Aqui está o método — os números ficam na planilha da casa.
Espaço novo traz custo que chega todo mês, enquanto o faturamento ainda está se formando. A diferença entre acompanhar isso e carregar isso costuma ser uma só: saber o número. Enquanto o ponto de equilíbrio não está calculado, a pergunta volta todo dia; depois de calculado, vira uma conferência curta uma vez por mês.
Somar tudo que a casa paga por mês mesmo que não haja nenhum atendimento — aluguel, energia, água, internet, limpeza, sistema — e dividir pelo que sobra para a casa a cada atendimento. O resultado é um número de atendimentos por mês.
A partir dele a pergunta deixa de ser aberta e vira uma comparação: estamos acima ou abaixo? É a conta que mais muda o clima de uma casa nova, e é também a mais rápida de fazer. O “quanto sobra para a casa” sai da divisão que está em Honorários e faturamento.
Fixo é o que chega independentemente do movimento. Variável só existe quando há atendimento. É a coluna fixa que define o tamanho do compromisso mensal da casa.
Vale passar item por item dessa coluna perguntando se dá para mudá-lo de lado: sala por turno em vez de mês inteiro, assinatura mensal em vez de anual enquanto não há previsibilidade, material comprado por demanda. Cada item que muda de coluna baixa o ponto de equilíbrio.
O que está guardado dividido pelo custo fixo mensal dá um número de meses — ou seja, uma data. Referência comum é manter três meses de custo fixo separados.
A utilidade da conta não é só financeira. “Temos folga até março” é uma frase sobre a qual dá para planejar: dá para decidir o que fazer até lá, e dá para marcar quando reavaliar. Uma impressão vaga não oferece isso.
Assunto que volta à mesa toda semana ocupa espaço todos os dias, mesmo quando ninguém está discutindo. A saída é registrar cada decisão junto com a data em que ela será reavaliada.
Entre uma data e outra o assunto está fechado — a não ser que apareça informação nova de verdade, e não só preocupação nova. Os blocos de Decisões deste painel já funcionam assim; falta acrescentar a data a cada uma.
Antes de assumir um gasto cheio, procurar a versão barata que produz a mesma informação. Dois meses de sala por turno antes de fechar contrato longo. Um anúncio pequeno antes da campanha. Um horário de teste antes de abrir um turno novo.
O teste custa pouco e responde o que a previsão não responde — e o que ele descobre vale para a decisão grande.
Conversa sobre dinheiro costuma acontecer quando alguém já está apertada — que é o pior momento possível para decidir qualquer coisa. Marcar um horário fixo e curto resolve isso.
Roteiro de quatro perguntas, sempre as mesmas: quanto entrou, quanto saiu, estamos acima ou abaixo do ponto de equilíbrio, e qual é a única decisão deste mês. Acabou. Ter hora marcada para o assunto é o que o tira do resto do mês.
Quando só uma pessoa acompanha os números, é ela quem responde sozinha por eles, e ninguém mais tem como ajudar a resolver. Dividir a informação divide também o trabalho de resolver.
Não é preciso abrir a renda de ninguém: basta a equipe saber o custo da casa e quantos atendimentos faltam para cobri-lo. Quem conhece o número organiza a própria agenda de outro jeito.
O que a casa faz se, em seis meses, o ponto de equilíbrio não for alcançado: rever a divisão de custos, devolver uma sala, mudar de espaço, combinar um aporte. Escolher agora qual dessas portas se abre primeiro.
Escrever a resposta antes de precisar dela transforma uma pergunta em aberto num plano com etapas — e evita que a decisão acabe sendo tomada às pressas justamente no mês em que apertar.
Começou, ainda não terminou.
Um calendário único do Google para a ocupação das três salas, com uma cor de evento para cada uma. Sala 1 e Sala 2 são compartilhadas entre psicologia, pedagogia e arteterapia; a Sala 3 é da Evelyn, para neuromodulação.
Ao criar um evento, o nome segue Sala 2 — nome do profissional. A sala vem primeiro porque na grade semanal o Google corta o final do título.
Faça isto primeiro. Pelo navegador do celular a agenda abre na versão de computador: tocar num horário acaba abrindo outro, e os botões ficam pequenos demais. O app resolve — e é gratuito.
Sem isto, nada do resto funciona. O botão abaixo não é um convite — ele é um atalho para quem já tem permissão. Mande ao Felipe o e-mail da conta Google que você usa no celular. Ele libera, você recebe um convite por e-mail e precisa aceitar.
Já com o convite aceito e o app instalado, toque aqui: a agenda da casa entra na sua conta, ao lado das suas. É uma vez só.
Adicionar a agenda das salasEste é o passo que todo mundo erra. No app, ao tocar em “+”, o evento nasce na sua agenda pessoal — e aí só você enxerga. Antes de salvar, toque no campo da agenda (vem com o seu nome ou e-mail) e mude para Ativamente.
Crie um evento na agenda Ativamente, avise o Felipe que ele apareceu, e apague em seguida. Se o app não deixar escolher a Ativamente ao salvar, o seu acesso está só como leitura.
Abrir o app Google AgendaA liberação é individual e feita pelo Felipe. Já estão liberados ele e mais uma conta de teste. Faltam Letícia, Melissa e Evelyn. Só quem vai criar eventos precisa disso — para apenas consultar, a agenda já abre.
Depende de conversa e decisão da equipe — não de execução. Os cinco primeiros são propostas de pauta: assuntos que precisam de acordo coletivo e que ninguém pode escrever sozinho. Cada um abre um fio de comentários para a conversa começar antes da reunião.
Ruído entre salas, sala de espera, atendimento que estoura o horário, limpeza, material comum. É o item de maior retorno da lista e hoje não existe em lugar nenhum — o que significa que cada situação vira negociação individual na hora em que acontece.
A regra combinada antes de acontecer, para não virar assunto pessoal quando acontecer. Quem tem prioridade, como se resolve, e quem decide se não houver acordo.
Regra acústica e de confidencialidade que vale para todo mundo da casa — sem impor o Código de Ética da psicologia a quem não é psicólogo. O sigilo aqui é do espaço, não da profissão.
Crise durante atendimento, quem está por perto, o que a casa combina. Hoje não existe, e é o tipo de coisa que só se percebe que faltava no dia em que precisa.
Chave, material de limpeza, extintor, quadro de energia. Chato de escrever e salva o dia.
Como fica a divisão do custo entre duas salas compartilhadas e uma de uso dedicado, e como se resolve choque de horário nas compartilhadas.
Com que frequência a equipe se encontra, e o que entra nessa pauta.
O que a casa espera de um profissional que entra e o que ela oferece em troca. Hoje isso é transmitido de boca.
Um grupo só dos profissionais, separado do contato com famílias.
Os outros 3 itens a fazer são específicos do trabalho clínico e estão em Psicologia.
Ficam registradas para não voltarem à discussão sem motivo novo.
Em vez de cada um manter a sua agenda e avisar os outros, existe um calendário da casa que todos enxergam.
Agenda compartilhada não recebe nome de paciente, telefone, endereço nem qualquer informação de atendimento.
São as coisas que travam o resto. Nenhuma delas é decisão de uma pessoa só.